KEEP DRAWING | STUDIO SHELTER

Um videozinho de inspiração para os que se interessam por desenho. Pode servir também como um incentivo para os que ainda tem um pouquinho de ‘medo’ do lápis.. Existem diversos tipos de traço e você não precisa ter aquela super habilidade para poder se aventurar. Basta treinar!

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Con amore,

Valentina Rampini

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ESTAMPA | SURREALISMO

Sexta-feira foi mais um dia maluco do fim do semestre, além de prova, eu tive que entregar 10 estampas feitas a mão, cada uma baseada em um movimento artístico, e uma delas teria que se tornar uma camiseta. A proposta é super legal, de fato! Mas dá um trabaaaalho.. Hehe 🙂

Como terminei tudo no último do segundo tempo – pra variar – acabei esquecendo de scannear as que eu fiz #esperta.. Só tenho essa, que foi a que eu mandei estampar a camiseta. Mas ficaram bem legais, escolhi fazer todas no tema ‘gaiolinha’. Espero pegá-las antes do fim das aulas, aí posso mostrar aqui. Essa aí é baseada no Surrealismo, mas especificamente nesta obra do Magritte.

Con amore,

Valentina Rampini

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OP ART NA MODA

Quem é vivo sempre.. TEM TRABALHOS DA FACULDADE PRA FAZER. Ufa, gente, quantas coisas! Mas semana passada apresentei um seminário bem legal, que gostei de ter feito, e achei que seria interessante compartilhar aqui com vocês um pouquinho do que aprendi com ele. 🙂 Enfim, meu tema era sobre como a Op Art influenciou a moda.

Esse movimento artístico começou a surgir lá em 1930, quando Victor Vasarely começou a fazer uns trabalhos meios malucos que confundiam a visão. Daí vem o nome Op Art, do termo em inglês Optical Art – Arte Óptica. Eles acreditavam em “menos expressão, mais visualização”. Embora tenha começado a surgir nesse período, é considerado um movimento da década de 60, pois foi lá que ele ganhou esse nome, e começou a aparecer por todos os lados. Em 1964 esse termo (Op Art) foi usado pela primeira vez pela Time Magazine e em seguida, em 1965, rolou uma exposição chamada The Responsive Eye (O Olho Que Responde) em New York – repleta de trabalhos nesse estilo! E esse foi o pontapé que estava faltando.

Nessa de ‘pontapé inicial’, a Op Art tornou-se bem comercial, não aparecendo apenas no que se relacionava à arte, mas também em cartazes por exemplo, e na moda! E olhem só o que aconteceu:

No finzinho da década de 60 esse movimento começou a influenciar realmente na moda. Mas foi ganhando um pouco mais de cor, diferente dos tecidos Bridget Inspired… Um grande nome a se citar que foi muito inspirado por esse estilo, foi Rudi Gernreich, que usou muito estampas nesse estilo!

A moda é constantemente influenciada pela arte! Antigamente isso era muito mais forte, porém, ainda hoje são visíveis as influências. Talvez hoje nós nos demos menos conta, pois acaba se tornando mais visível aos conhecedores do assunto, mas dando uma olhada nas inspirações para a criação de uma coleção, é sempre provável encontrar algo. Dêem uma olhada nesses exemplos mais atuais:

Usei alguns dos slides que montei para mostrar o conteúdo para vocês. Espero que tenham gostado.. Procurando na internet encontrei poucas informações, tive que dar uma boa fuçada. Quem sabe ajudo outros perdidos também, kkk!

Con amore,

Valentina Rampini

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MAXXI por Zaha Hadid | Roma

Eu sei que já faz duas semanas que voltei de viagem, mas tem tantas coisas que eu ainda gostaria de mostrar aqui pra vocês… E essas duas semanas voaram! Foi tudo uma loucura, mal respirei ares sorocabanos e já havia voltado para o trabalho, aí para a faculdade.. Mas enfim! Aqui vai uma dica de um lugar beem interessante para visitar em Roma, que eu não tinha ido da outra vez, pois inauguraram poucos dias antes de eu ir embora… Estou falando do Museo di Arte del Secolo XXI, mais conhecido como MAXXI.

Vale muito a visita, de verdade. Além da arquitetura do museu ser incrível (foi criado pela Zaha Hadid!), tanto por dentro quanto por fora, o espaço onde ele está localizado é muito aconchegante.. Várias árvores em volta, com bancos e cadeiras para que as pessoas possam sentar, além do Café e da Lojinha. Isso tudo sem falar das mostras que acontecem por lá, né? Tem uma parte só de arquitetura muito interessante, com projetos bem legais. Se eu não me engano são 5 salas, não tenho certeza, mas de qualquer forma, são vários espaços para trabalhos bem distintos e bem interessantes.

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Valentina Rampini

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Dicas de Viagem: Paris

Finalmente começando os posts sobre as viagens. Como comentei minha primeira parada – depois de Roma, né – foi Paris. Sempre tive muita vontade de ir pra lá, pois me parecia uma cidade encantadora… E de fato é! É linda e super agradável. Bom, pra começar a viagem comprei no Brasil esse guia da Folha de São Paulo, é uma versão pequena mas muito prática – e com um preço bom. Ele fala sobre os principais pontos a serem visitados de acordo com as regiões (que aparecem divididas num mapinha ótimo que tem no final), o que facilitou muuuito minha viagem. Aí anotei os principais pontos que visitei pra mostrar aqui pra vocês! 🙂

Eu cheguei depois do almoço por lá, não dava para fazer muitas coisas, então optei por começar pelas duas pequenas ‘ilhas’ que tem no Rio Sena – Île de St-Louis e de la Cité -, onde está o Notre Dame. Essas ilhas são muito bonitinhas, vale a pena dar uma passeada por elas! No segundo dia já fui visitar a Torre Eiffel (se quiser subir tem que se preparar pra fila) e a Église du Dôme, mas antes disso passei pelo Jardin du Luxembourg, que é liindo e tem esse palácio super bonito da foto. No terceiro dia visitei o Quartier Latin, onde está o Pantheon, e depois fui ao Musée d’Orsay, que estava com uma fila bem grande, mas vale a visita! No quarto dia resolvi encarar o Louvre. O museu abre as 9hs, cheguei lá umas 9 e pouquinho e já tinha uma super fila. Mas fica a dica: perguntem pra alguém sobre alguma entrada alternativa, eles vão falar que é só aquela mas é só insistir que eles falam! Tem uma galeria na rua do lado que tem uma fila menor e também já me falaram sobre uma loja que você paga 1 euro a mais e entra sem fila, mas não sei exatamente como funciona. O museu é muito muito grande, então tem que ir selecionando o que quer ver com calma, para passar rápido pelo restante. Depois de visitar o museu vale passear pelo Jardin des Tuileries que fica logo atrás, chegando até a Place de la Concorde e um pouco mais a frente o Arc de Triomphe. Pra quem gosta de arte moderna tem que visitar sem dúvidas no quinto dia o Centre Pompidou, é grandão, mas tem obras muito famosas e interessantes. No sexto dia fui visitar a famosa Basilique du Sacré-Coeur e o Moulin Rouge, que fica numa zona bem diferente da cidade haha! E no último dia fui visitar o liiindo Jardim de Versailles. É realmente gigante, impossível ver tudo, mas dá pra dar uma passeada, só o comecinho já vale a pena! Mas fica fora da cidade, demora mais ou menos uma hora pra chegar lá, então é melhor reservar um dia e colocá-lo como prioridade.

Em todo esse roteiro é claro que visitei outras coisas que estavam na mesma região, mas aí cada um escolhe dando uma olhada nesse guia que eu indiquei. Depende do interesse de cada um! E aí também no tempo que sobrar dá pra ir fazer compras, passear pela cidade, ir em restaurantes, etc! Comer os famosos crepes, rs.. E uma dica muito importante: caminhar muito! Sem ficar pegando metrô, caminhar é a melhor maneira pra conhecer a cidade de verdade. Eu só pegava metrô no fim do dia pra voltar pro Hostel quando estava muito cansada.

Ah, e uma dica de Hostel pra quem está procurando: Oops Hostel. É muito bom, eu recomendo sem dúvidas!

Espero ter ajudado quem está pretendendo ir pra Paris mas não sabia o que visitar. Depois continuo com dicas das outras viagens!

ATUALIZANDO: gente, eu tinha errado lá na montagem, a região do Moulin Rouge é Montmartre, e não Montparnasse, como eu havia escrito. Mas já corrigi. 🙂 Obrigada Mariana!

Con amore,

Valentina Rampini

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Algumas Coisas Em Roma II

Chiesa di Sant'Agnese in Agone

Mais algumas dicas de Roma! Tem uma praça muito conhecida aqui e muito visitada pelos brasileiros chamada Piazza Navona, é onde se encontra a Embaixada Brasileira – um prédio realmente lindo. E bem ao lado dele tem essa igreja chamada Chiesa di Sant’Agnese di Agone, a entrada é gratuita, ela é bem pequena, mas muito bonita, vale a visita.

Interior da Chiesa di Sant'Agnese

Nesse período de natal essa praça é muito visitada devido ao seu famoso mercado de natal! Tem muuuitos doces, barraquinhas com brincadeiras, e até algumas camisetas… E um carrossel lindo. Quem for visitar a cidade nessa época do ano não pode perder.

Mercadinho de Natal

Um outro lugar a se visitar é o Mercato di Traiano – tem entrada gratuita para estudantes de design e arquitetura, e talvez alguns outros cursos relacionados. Tem algumas salas com peças antigas dos templos de alguns imperadores, e algumas jóias também. Fiquei impressionada com o tamanho de algumas peças esculpidas de um modo incrível.

Mercato di Traiano

É rápida a visitação, e se feita de noite permite uma vista incrível da cidade bem iluminada – mas especificamente do Fórum.

Fori

Con amore,

Valentina Rampini

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Algumas Coisas Para Visitar Em Roma

Colosseo

Post com alguns pontos do tipo TEM QUE VISITAR aqui em Roma. Esse da primeira foto é clássico né, mais do que conhecido… Algo pra se levar pra vida toda, mesmo. Coliseu. Lembro da primeira vez que fui visitá-lo, foi incrível. Pra chegar é super fácil Metro Linha B – Coliseu. Você já desce na frente dele.

Caminho entre Colosseo e Pza Venezia

Depois dele tem uma rua enoorme, com muito movimento. Dos dois lados dela você encontra mais algumas coisas interessantes, como por exemplo o Palatino e o Fórum. Comprando o ticket pra entrar no Coliseu você também tem direito a visitar esses outros dois locais. A visita é longa, o ideal é dividi-la em duas partes: numa manhã o Coliseu e na manhã seguinte o Palatino e o Fórum.

Fori Imperiali

Se você continuar caminhando vai chegar a esse monumeto que eu particularmente gosto muito, acho bonito – mas os romanos não gostam hehe, acham moderno demais e o chamam de ‘máquina de escrever’. É o Monumento Vittorio Emanuele, que está na Piazza Venezia.

Do lado desse monumento tem mais alguns lugares legais pra se conhecer, e na frente dele, do outro lado da praça tem duas ruas interessantes, uma dela a Via del Corso, onde estão as principais lojas.

Monumento Vittorio Emanuele

E a partir da Via del Corso é possível chegar também ao Pantheon – templo consutrído pelo Imperador Adriano – também conhecido como basilica Santa Maria della Rotonda, muito legal pra se visitar. Muitas ruas tipicamente italianas levam até ele, que está rodeado de sorveterias e bares.

Pantheon

Depois posto foto de mais alguns lugares legais pra se visitar por aqui! Recomendo passear a pé, porque como dizem “Roma é um museu a céu aberto”, e por onde quer que você passe você vai encontrar algo interessante, muitas igrejas com pinturas lindas. Sem contar que você acaba economizando com transporte.

Nas menores ruas você vai encontrar lugares bons pra comer e com preço mais interessante do que os que se encontram no centro e estão cheios de turistas.

Con amore,

Valentina Rampini

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