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Café Da Tarde #11

Quando vai tomar seu cafézinho vespertino – momento de reflexão – repete a cena de todos os dias: pega uma xícara (torce para a primeira da fileira ser preta, prefere…), lamenta-se por alguém ter deixado a garrafa aberta, adiciona açúcar e encosta no lugarzinho de sempre. Pronto, já pode começar a pensar no que está tirando a sua concentração. Mas hoje foi diferente, foi nesse momento que chegou a uma boa conclusão em pouquíssimo tempo – afinal, uma xícara de café não nos permite tantos goles assim… Repetiu a clássica cena, mas quando encostou no lugarzinho de sempre sentiu… Nada. Há quanto tempo isso não acontecia? Meses. Por meses apoiou ali naquela bancada um corpo pesado e uma mente confusa, tão confusa que o pouco tempo que os goles lhe proporcionavam não a permitiam esclarecer nada. E… Achou bom sentir nada. Esse nada a fez pensar em tudo o que aconteceu nos últimos meses, em tudo o que não aconteceu, em tudo o que perdeu por culpa do que tirava sua concentração. E esse nada lhe trouxe tudo de volta. Ali estava ela, novamente.

Conclusões Inesperadas

Entre um copo e outro, eis que surgiram muitos discursos inacabados e poucas conclusões. N assuntos, n opiniões, n divergências. E não foram somente pensamentos já prontos. Foi, digamos assim, um momento para muitas reflexões e novas ideias, novos pensamentos… Troca de razões. E foi nessa ocasião que percebi que acabei concluindo um pensamento que trabalhei ao longo do blog, que eu não havia conseguido me expressar o suficiente para demonstrar minha opinião através de palavras escritas, e foi naquele momento descontraído que consegui fazê-lo.

Acho que neste momento não me encontro apta a fazê-lo. É muito mais complexo se expressar através de palavras escritas. Quando ditas são muito mais naturais, mais espontâneas. Saem com a entonação que desejamos… Foi uma análise de até que ponto as pessoas mudam, como mudam, e em quais aspectos. Sempre vivi na contradição “as pessoas mudam/não mudam”. Mas como já foi dito, é um assunto complexo demais para ser escrito em poucos minutos, com uma dor de cabeça que incomoda, e um sono que perturba.

O que é “tendência”?

Há certas “tendências” impossíveis de passarem despercebidas, mesmo pelos menos interessados ou entendidos de moda. Seguindo um livro de moldes de costura era só acompanhar o passo-a-passo para obter o molde de uma blusa, mas surgiu uma única “falha”: tornou-se necessário diminuir 2 cm nos ombros (centímetros que eram reservados para as ombreiras). Hoje, esses 2 cm são opcionais. Blusas e casacos com ombreiras voltaram, trazendo um detalhe que faz total diferença em um look. Como não notar tal tendência? A moda faz parte da vida de todos, queiram ou não.

Mais

Uma Eterna Descoberta #08

E é incrível quando você encontra algo que faz com prazer. Completa e sinceramente. Sem reclamar, criticar, sentir preguiça… Você se doa por completo, sem pensar no que vai receber em troca. Passa horas empenhando-se, deixa de fazer certas coisas, desconhece “tempo livre”. Tudo por um resultado. Algo mais do que gratificante, algo pra chamar de seu. Isso é o legal da vida: o aprendizado. A incessante busca por sonhos, descobertas… E quando você descobre algo novo sobre você mesmo, esse torna-se um aprendizado para todo o sempre. A referência foi encontrada, agora é só seguir em frente: a cada dia uma pista é desvendada. E é assim que é bom viver, aprendendo um pouco diariamente. Afinal, o que é a vida, se não uma eterna descoberta?

Uma Noite E Dois Dias #07

E agora ela para e pensa. Como pudera deixar-se levar por acontecimentos tão… Insignificantes?

Perdera um dia e duas noites. Um dia e duas noites que poderiam ter sido de intensa felicidade. Como já eram os dias decorrentes a esses acontecimentos. Dentro de seus próprios pensamentos já não encontrava explicações, nem se lembrava mais ao certo como havia sido o momento em que deixou-se levar.

 Os últimos dias já eram cheios de novidades e alegrias. Fazia tempo que não se sentia tão feliz. Completa. A tristeza já desconhecia. Vez ou outra reconhecia a fúria em seus pensamentos, mas que logo passava.

Era um novo começo.

{Continua}

Quem Sabe uma Análise #06

E no meio de toda aquela bagunça, de todas aquelas almofadas e roupas derrubadas sem preocupação procurava o outro pé de meia. Sem paciência, sem precisão. Só procurava, incessantemente. Ali estava ele, praticamente camuflado, escondido perto de uma sacola branca, vinda de alguma compra, de alguma roupa. Mais uma roupa, mais uma, para acompanha-la em seus longos trajetos sem rumo. Seria amassada, tirada, colocada. Combinaria, ou não. Seria odiada e amada, fotografada, comentada, criticada, elogiada… Seu futuro seria assim, incerto. Como os pensamentos da compradora louca e apaixonada que a levou pra casa. Que sem a menor precisão queria chegar ao seu objetivo. Encontrou-a! Mas poderia ter economizado tempo se tivesse analisado melhor a situação em que se encontrava. E aquela cena sempre se repetia. Poderia ter economizado tempo, se tivesse parado e pensado.

{Continua, sempre}

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