Dicas de Viagem: Paris

Finalmente começando os posts sobre as viagens. Como comentei minha primeira parada – depois de Roma, né – foi Paris. Sempre tive muita vontade de ir pra lá, pois me parecia uma cidade encantadora… E de fato é! É linda e super agradável. Bom, pra começar a viagem comprei no Brasil esse guia da Folha de São Paulo, é uma versão pequena mas muito prática – e com um preço bom. Ele fala sobre os principais pontos a serem visitados de acordo com as regiões (que aparecem divididas num mapinha ótimo que tem no final), o que facilitou muuuito minha viagem. Aí anotei os principais pontos que visitei pra mostrar aqui pra vocês! 🙂

Eu cheguei depois do almoço por lá, não dava para fazer muitas coisas, então optei por começar pelas duas pequenas ‘ilhas’ que tem no Rio Sena – Île de St-Louis e de la Cité -, onde está o Notre Dame. Essas ilhas são muito bonitinhas, vale a pena dar uma passeada por elas! No segundo dia já fui visitar a Torre Eiffel (se quiser subir tem que se preparar pra fila) e a Église du Dôme, mas antes disso passei pelo Jardin du Luxembourg, que é liindo e tem esse palácio super bonito da foto. No terceiro dia visitei o Quartier Latin, onde está o Pantheon, e depois fui ao Musée d’Orsay, que estava com uma fila bem grande, mas vale a visita! No quarto dia resolvi encarar o Louvre. O museu abre as 9hs, cheguei lá umas 9 e pouquinho e já tinha uma super fila. Mas fica a dica: perguntem pra alguém sobre alguma entrada alternativa, eles vão falar que é só aquela mas é só insistir que eles falam! Tem uma galeria na rua do lado que tem uma fila menor e também já me falaram sobre uma loja que você paga 1 euro a mais e entra sem fila, mas não sei exatamente como funciona. O museu é muito muito grande, então tem que ir selecionando o que quer ver com calma, para passar rápido pelo restante. Depois de visitar o museu vale passear pelo Jardin des Tuileries que fica logo atrás, chegando até a Place de la Concorde e um pouco mais a frente o Arc de Triomphe. Pra quem gosta de arte moderna tem que visitar sem dúvidas no quinto dia o Centre Pompidou, é grandão, mas tem obras muito famosas e interessantes. No sexto dia fui visitar a famosa Basilique du Sacré-Coeur e o Moulin Rouge, que fica numa zona bem diferente da cidade haha! E no último dia fui visitar o liiindo Jardim de Versailles. É realmente gigante, impossível ver tudo, mas dá pra dar uma passeada, só o comecinho já vale a pena! Mas fica fora da cidade, demora mais ou menos uma hora pra chegar lá, então é melhor reservar um dia e colocá-lo como prioridade.

Em todo esse roteiro é claro que visitei outras coisas que estavam na mesma região, mas aí cada um escolhe dando uma olhada nesse guia que eu indiquei. Depende do interesse de cada um! E aí também no tempo que sobrar dá pra ir fazer compras, passear pela cidade, ir em restaurantes, etc! Comer os famosos crepes, rs.. E uma dica muito importante: caminhar muito! Sem ficar pegando metrô, caminhar é a melhor maneira pra conhecer a cidade de verdade. Eu só pegava metrô no fim do dia pra voltar pro Hostel quando estava muito cansada.

Ah, e uma dica de Hostel pra quem está procurando: Oops Hostel. É muito bom, eu recomendo sem dúvidas!

Espero ter ajudado quem está pretendendo ir pra Paris mas não sabia o que visitar. Depois continuo com dicas das outras viagens!

ATUALIZANDO: gente, eu tinha errado lá na montagem, a região do Moulin Rouge é Montmartre, e não Montparnasse, como eu havia escrito. Mas já corrigi. 🙂 Obrigada Mariana!

Con amore,

Valentina Rampini

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Café Da Tarde #11

Quando vai tomar seu cafézinho vespertino – momento de reflexão – repete a cena de todos os dias: pega uma xícara (torce para a primeira da fileira ser preta, prefere…), lamenta-se por alguém ter deixado a garrafa aberta, adiciona açúcar e encosta no lugarzinho de sempre. Pronto, já pode começar a pensar no que está tirando a sua concentração. Mas hoje foi diferente, foi nesse momento que chegou a uma boa conclusão em pouquíssimo tempo – afinal, uma xícara de café não nos permite tantos goles assim… Repetiu a clássica cena, mas quando encostou no lugarzinho de sempre sentiu… Nada. Há quanto tempo isso não acontecia? Meses. Por meses apoiou ali naquela bancada um corpo pesado e uma mente confusa, tão confusa que o pouco tempo que os goles lhe proporcionavam não a permitiam esclarecer nada. E… Achou bom sentir nada. Esse nada a fez pensar em tudo o que aconteceu nos últimos meses, em tudo o que não aconteceu, em tudo o que perdeu por culpa do que tirava sua concentração. E esse nada lhe trouxe tudo de volta. Ali estava ela, novamente.

E a cada clichê.. #10

Cheguei a um ponto em que não distingo mais se foi tudo culpa de um grande mal entendido ou culpa da realidade mesmo. Os mais sábios do que eu dizem que tudo tem sua hora certa. Mas que hora certa é essa? Quem foi que decidiu por mim qual seria o momento mais justo para eu ser feliz? Espero que de fato seja alguém mais sábio do que eu a tomar essa decisão. Eu sou do tipo que vai atropelando tudo, tem pressa, fala mais do que a boca, ouve meias explicações e já quer começar a botar a mão na massa. Não tem problema, eu refaço depois. Quem tem pressa come cru, quem faz mal feito faz duas vezes. Quem tudo quer nada tem. Mas será que eu pedi muito? Será que eu entendi errado e meti os pés pelas mãos? Eis que em cada clichê que aos olhos da sociedade são “apenas clichês” eu me enxergo. E reflito. E aprendo. Quando refaço, faço bem feito. Tomo cuidado, falo menos, observo mais. A cada deslize faço isso e apenas isso: aprendo. Concerto, dou um jeitinho, guardo na memória. Mas eu disse na memória, e não no esquecimento.

{Continua, sempre}

Dia #31

Ficou faltando a última, né?

Julho. Foram 31 dias, 31 fotos.

Dia #30

Julho, 31 dias, 31 fotos.

Dia #29

Julho, 31 dias, 31 fotos.

Dia #28

Julho, 31 dias, 31 fotos.

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